sexta-feira, dezembro 29, 2017

Supermercado dos mortos: parte: 03


Fonte da imagem: maringapost.com.br


- Eu não faço a menor ideia o motivo por que todos nós somos um perigo para a sociedade - disse a mulher.
- Eu acho que é por causa de algum terrorista - disse a Julie.
- Você me dizendo que eles não fazem a menor ideia de quem é o terrorista e resolveram atacar aleatoriamente um local na pequena chance dele estar
Aqui?
- Talvez eles dessem a informação de que ele está aqui, mais só isso, eles devem achar que ele deve está colaborando com alguém.
- Só para eu saber quem é você? Eu sou Rirato. - Disse isso para mulher.
- Meu nome é Roberta.
Uma pessoa que estava perto e ouvindo a conversa, essa pessoa tem cabelo e barba grande e preto, tinha uma camisa de banda. Chegou perto da gente.
- Não importa se é um governo ou o que for, temos que sair daqui - Disse o homem.
- Concordo com você nessa.
- A propósito me chamo Robson.
- Prazer em conhecê-lo.
- Se isso for mesmo coisa do governo, eles só estão dando mais uma maneira deles ferrarem com o povo, a pior parte nem consigo mandar uma mensagem para ninguém.
- Se pelo menos tivéssemos um modo de saber o que acontece lá fora.
- Mas tem um modo dar a gente saber, a TVs daqui dar loja, se tem ruas bloqueadas, por ter alguém falando sobre isso nas noticias - Disse a Roberta.
- Você tem razão vamos ver.
Nós quatro fomos procurar alguma televisão, encontramos uma que estava passando as noticias, estavam dizendo que daqui da onde nós estávamos estava tendo um vazamento de gás.
- QUE MENTIRA! - disse o Robson.
- De uma coisa é fato, eles acham que algum de nós é um perigo para a sociedade? - Eu disse isso.
- Ou todos nós - disse a Roberta.
- O que você quer dizer com isso? - disse a Julie.
- Até termos algum tipo de resposta, a única coisa que a gente pode fazer é especular.
Eu vi um funcionário da loja, com uma cara de preocupado, tinha era um afrodescendente, cabelo curto e preto, ele ficava olhando em direção do banheiro masculino, eu fui até ele.
- O que está havendo? - Eu disse isso para ele.
- É que tem alguém agindo estranho no banheiro.
Como ele parecia dar alguma pista do que estava acontecendo, chamei todos os outros, para ele dizer com mais detalhes, falou que tinha alguém se batendo na porta do banheiro fazendo grunhidos.

Veja a parte anterior: 01, 02

quinta-feira, dezembro 28, 2017

Supermercado dos mortos: parte: 02


Fonte da imagem: maringapost.com.br

  Ela falou que devemos arranjar uma maneira de contra atacar, concordo com ela, mas tinha um grande problema, isso era um supermercado no Brasil onde não vende nenhum tipo de arma de fogo.
  - Você sabe onde você está certo? - disse isso para ela.
  - O que foi?
  - Eu não sei nos estados unidos vendem armas de fogo nos supermercados, mas aqui no Brasil não vendemos este tipo de armas.
  - O que você sugere ficar aqui e morrer sem fazer nada.
  - Me desculpe, mas quem é você?
  - Eu me chamo Julie.
  - Oi eu sou Rirato - nós apertamos as mãos.
  Uma coisa na minha cabeça era certeza, eles com certeza iriam atacar a gente aqui dentro, não iam ficar esperando a gente sair, por motivos de fome e cede, sendo que nesse lugar, temos uma grande quantidade de bebidas e comidas.
  A pior parte é que ela tem razão alguma coisa. Se ficarmos aqui parado, vamos todos morrer, eu acho que a policia, irá aparecer a qualquer momento, provavelmente resolvera o problema.
  - Não se preocupe a policia, vai resolver isso, alguém vai provavelmente ver os corpos mortos e os chamar de uma área que consiga isso - disse isso para ela.
  - Espero que você esteja certo.
  - Você está errado - disse outra mulher.
  Ela tinha cabelos longos e pretos, usava óculos.
  - Por que você acha isso? - Perguntei para ela.
  - Aquelas duas mulheres praticamente morreram nas mesmas horas claramente estão lidando numa situação, com mais de um atirador, outra coisa para se reparar, é a precisão dos tiros, não estamos falando de qualquer pessoa com uma arma, está fazendo isso, claramente é obra de atiradores profissionais, sabe o motivo que não conseguimos ligar?
  - Não.
  - Eles provavelmente estão utilizando um bloqueador de sinal, afinal esqueça a ideia de alguém do lado de fora, ver o que está acontecendo e chamar por ajuda, ou você acha que eles não bloquearam a rua?!
  - Por que fazer isso com a gente?
  - Isso que é o que me intrigam claramente eles acha que alguém aqui dentro é uma grande ameaça para a sociedade, mas parece que eles não estão sabendo em quem atirar.
  - Então eles acham que todos nós somos um perigo para a sociedade?

                                                           Continua...

Veja a parte anterior: 01

quarta-feira, dezembro 27, 2017

Supermercado dos mortos: parte: 01


Fonte da imagem: maringapost.com.br

  Meu nome é João Rirato, eu sei o meu sobrenome é muito incomum, isso me incomodava até certo ponto da minha vida que seria este dia, que todas as minhas reclamações do passado, parecem besteiras comparado com que o que estava por vim, eu usava roupas comuns tenho cabelo curto e preto, sou caucasiano branco.
  Tudo começou quando eu acordei, fui ver a minha geladeira, não tinha nada, sabia que eu tinha quer ir para o supermercado, estava cansado, fiquei tentando me animar, mas depois de um tempinho, peguei a chave no carro, e fui para o supermercado.
  Quando cheguei peguei o carrinho de compras, estava indo tudo até uma pessoa correndo bate no meu carrinho e continua em frente, reclamei só que claramente a pessoa não me escutava, depois de ver que não adiantava nada ficar irritado, continuei com a minha vida, cheguei no caixa, fiz paguei as coisas fui direto para a saída.
  Quando estava quase uma pessoa, que estava na minha frente, levou um tiro na cabeça, fiquei parado sem reação, uma mulher linda, loira, olhos azuis, cabelo cumprido, estava usando terno feminino, vi que ela estava indo em direção à saída.
  - Cuidado - Falei isso segurando no braço dela e apontando para o homem.
  Duas mulheres tinham passado por mim, as duas saíram da loja, as duas levaram um tiro nas cabeças, a mulher notou que aconteceu imediatamente se afastou.
  - Muito obrigada - disse a mulher, mas notei que o sotaque dela era diferente.
  - De onde você é notou pelo seu sotaque que você não é daqui.
  - Eu sou da Califórnia dos Estados Unidos.
  - Bem vindo ao Brasil.
  Pessoas começaram a notar os corpos nos chão, as pessoas começaram a entrar em pânico, tinha pessoas tentando sair pelo outro lado, mas acontecia a mesma coisa todos que saiam levavam um tiro na cabeça.
  - Você sabe o que está acontecendo? - disse a mulher.
  - Eu faço não faço a menos ideia do que está acontecendo, eu vou chamar a policia.
  Pego o meu celular, tento ligar para a policia, mas nenhuma ligação estava dando certo, tentei ligar, para outra pessoa, mas nada estava dando certo, não tinha ideia do que está havendo.
  - Posso ligar do seu telefone - disse isso para ela.
  - Claro.
  Ela me entrega o celular, dava a mesma coisa, depois que eu notei que seria inútil, desistir então entreguei o telefone para ela, ficava pensando o que devia fazer.
  - Você acha que é um atentado terrorista? - disse a mulher.
  - Não, eu não acho.
  - Por quê?
  - Eles só estão matando quando a gente, saí daqui, fazendo de todos nós reféns, normalmente em ataque terroristas não deixam reféns.
  - Devemos achar uma maneira de contra atacar.


                                                                 Continua...

terça-feira, dezembro 26, 2017

O quadro maldito: parte: Final


Fonte da imagem: Fatos Desconhecidos


  - Eu irei pegar a sua alma - Disse o Quadro.
   - Vá pro inferno.
   O Roberto viu a cozinha.
   - Você cometeu um grande erro.
   - Qual seria?
   - Se meter comigo.
   Ele vai correndo para a cozinha, derrubou algumas cadeiras para dificultar o caminho daquilo atravessar até ali.
   - Você quer a minha alma.
   Vai até o fogão liga todas as bocas, deixando o gás sair.
   - Venha eu estou aqui.
   Ele tira a camisa, e amarra à camisa na cabeça tapando a boca, e o nariz, isso é para resistir o quanto podia, e ficava olhando o quadro vindo.
   - Vamos.
   O quadro estava indo devagar afastando as cadeiras.
   - Vamos.
   O Quadro estava chegando perto dele.
   - Vai pro inferno.
   - O que você disse.
   O Roberto liga o fogo do fogão, daí a casa explodiu depois o quadro estava queimando e ele estava sendo destruídas, Bolas de luz brancas saiam do quadro, eram as almas, o quadro tinha sido destruído e todas as almas presas haviam sido libertadas.

                                                                                   Fim

segunda-feira, dezembro 25, 2017

O quadro maldito: parte:17


Fonte da imagem: Fatos Desconhecidos

  - Cara, não tente se culpar.
   - Veja o caso dela, ela sábia de todas as mortes, sábia que tinha alguma coisa de errado com aquilo, ela sábia muito mais sobre essa casa do que eu.
   - Ela morreu mesmo assim.
   - Não é culpa dela, esse quadro vem fazendo a mesma coisa por anos, só agora as coisas mudaram.     - E por que mudou?
   - Desgraçado!
   - O que foi?
   - Eu sei o porquê, foi porque nós sabíamos que aquele quadro estava vivo, assim nós poderíamos alertar as outras pessoas, daí ele não teve outra alternativa ou ele se juntaria com a gente ou nos mataria.
   - Aquele papo dele foi de um modo de escapar dessa.
   - Precisamente.
   - Agora entendemos nós somos a grande ameaça.
   - Você sabe qual é o lado bom disso, é que ele sente medo, é que provavelmente tem uma maneira de matar esse filho da pulta.
   - Vamos mandá-lo para o inferno.
   - É - Os dois disseram isso junto com uma batida de mão com os punhos fechados.
   Os dois pegaram uma cadeira, estavam vendo uma porta.
   - Estou vendo a porta e nada do quadro - Disse o Roberto.
   - Então vamos.
   - Não, apareça pelo amor de deus, não apareça.
   O quadro aparece na sala, o quadro vai em direção ao Edu, conseguiu afastar com a cadeira que estava segurando, o quadro segurou a cadeira.
   - Por que você não desaparece da nossa vida.
   O quadro empurra a cadeira, junto com o Edu, O quadro vai na direção dele e quebra o pescoço do Edu, matando ele na hora.
   - Nãaaaaaoooooo.
   O quadro estava indo na direção do Roberto, estava conseguindo afastar aquela coisa dele, continuava empurrando com a cadeira.
   - Saia daqui.

                                                                   Continua...


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sexta-feira, dezembro 22, 2017

O quadro maldito: parte:16


Fonte da imagem: Fatos Desconhecidos

  - O que, o que, o que... - Edu ficava repetindo isso.
   - Isso não pode estar acontecendo.
   - Ela morreu cara, ela...
   - Eu sei, eu sei.
   - O que a gente vai fazer?
   - Vamos tentar sobreviver a isso.
   - Mas como?
   - Primeiro termos que sair dessa casa.
   - Mas como, essa criatura nos impedindo toda vez.
   - Eu já disse temos que encontrar um jeito.
   - Ou ele mata a gente.
   - Certo, vamos.
   Os dois estavam indo em direção à janela, quando as mãos começaram a aparecer fora da janela, não pensaram duas vezes saíram correndo de lá, o mais rápido que podiam antes Edu fechou a porta, os dois vão para a sala, eles dão um descansada.
   - Como esse filho da pulta é rápido.
   - Eu que o diga.
   Ele tinha visto umas gotas de sangue da Claudia nele.
   - Eu tenho o sangue dela em min. - Disse o Roberto.
   - Eu sei, eu sei.
   - Que merda.
   - Cara, temos que pensar como a gente vai sair vivo.
   - É o que ela gostaria.
   - E depois nós mataremos essa filha da mãe.
   - Não poderia concordar mais.
   - Temos que ter uma maneira de nos defendermos.
   - Infelizmente aqui não tem nenhuma arma em casa.
   - Pegaremos as cadeiras da casa, assim pelo menos o afastamos.
   - Droga eu odeio isso.
   - Quem diria tantas horas vendo filmes de terror você acabaria em um.
   - Eu não devia ter comprado essa casa tão rapidamente, devia ter verificado o histórico dessa casa assim eu saberia sobre todas as mortes, e desse quadro maldito.

                                                               Continua...

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quinta-feira, dezembro 21, 2017

O quadro maldito: parte:15


Fonte da imagem: Fatos Desconhecidos


  - Você quer que a gente pegue as almas para você ou não?
  - Sim, eu quero.
   - Então deixa a gente sair para buscar as almas - Ela estava lacrimejando de medo.
   - Eu não estou tão confiante em vocês.
   - Vamos você teve confiança suficiente para querer falar com a gente.
   - As coisas mudam.
   - Não, não, não mudam.
   - Vocês acham que eu não sei, quando vocês estão mentindo.
   - Nesse caso, corra - Disse o Roberto para a Claudia.
   Os três estavam correndo pela casa, eles só escutavam o barulho daquela coisa perseguindo eles pela casa, de vez em quando eles derrubavam algumas cadeiras, só para dificultar o quadro de persegui-los, então os três entram em um quarto e tranca a porta.
   - Vamos tentar sair por aquela janela - Disse a Claudia apontando para a janela.
   - Ok - Disse o Edu e o Roberto.
   Nesse momento o quadro fica batendo na porta, O Edu e o Roberto ficam com as costas na porta, empurrando ela para evitar que ele entre no quarto, os dois estavam colocando muita força, a Claudia ficaram com as duas mãos na porta.
   - A gente aguenta - Disse o Roberto.
   - O que? - Disse a Claudia.
   - Eu disse que a gente aguenta, vá para a janela a agora.
   - Mas...
   - Vamos a gente não tem muito tempo.
   - Ok.
   Ela começa a ir à direção da janela, o quadro para de bater na porta, ela muito preocupado fica olhando para a porta, estava parada.
   - Vamos se movimente - Disse o Roberto.
   - Certo, mas para onde ele foi?
   - Não importa tente sair daqui o mais rápido possível.
   Ela foi em direção a janela, o quadro aparece na janela e quebra a ela e as mãos do quadro estavam segurando a cabeça dela, ela estava gritando de pânico, as mãos apertava a cabeça dela tanto a ponto que a cabeça dela explodiu, algumas gotas de sangue caíram no Roberto e no Edu, os dois saíram do quarto e foram para outro quarto da casa.

                                                                    Continua...                

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quarta-feira, dezembro 20, 2017

O quadro maldito: parte:14


Fonte da imagem: Fatos Desconhecidos

  Veio uma ideia na cabeça do Edu, foi até o corredor desta vez não estava com medo estava totalmente cheio de coragem.
   - O que você vai fazer com a gente. Caso a gente não entregue nenhuma alma?
   - Então pegarei á de vocês - Disse O quadro.
   - Então tá então.
   Ele vai correndo em direção à sala e fica encostado na parede.
   - O que raios foram isso?! - Disse o Roberto.
   - Eu tentei ver se tinha um jeito da gente escapar dessa.
   - O único jeito de escapar seria descobrir uma maneira de destruir aquela coisa.
   - É mais como?
   - Primeiro temos que sair dessa casa - Disse a Claudia.
   O Roberto estava andando, daí escuta um barulho.
   - O que foi isso? - Disse o Roberto.
   - Outro quadro maligno?! - Disse o Edu.
   - Eu vou ver.
   Ele estava indo com cuidado para onde estava o quadro e viu que o quadro não estava mais lá no corredor daí olhou para os lados, e nada do quadro.
   - O quadro ele não estar no corredor.
   - Você acha que ele saiu? - Disse a Claudia.
   Os três ouviram algo se mexendo na casa.
   - Eu acho que não - Falou o Roberto.
   - Bem cara, de qualquer jeito o plano não mudou nós temos que sair dessa casa o quanto antes dessa coisa vim atrás da gente.
   Todos os três estavam andando na casa, estavam olhando de um lado para o outro e nada daquilo, os três estavam tentando serem os silenciosos na medida do possível, o medo nos olhos deles era completamente visível.
   - Ok não vão perder tempo, vamos direto para a porta - Disse a Claudia.
  Todos eles estavam indo devagar, e o quadro estava andando com as mãos saindo dele, enquanto ele aparecia, eles iam indo para a sala.
   - Que merda, cara - Disse o Edu.
   - Essa é a única saída - Disse a Claudia.
   - Já sei vamos tentar sair pela janela.
   Os três estavam andando em direção á uma janela, ela chegou perto da janela, quando olha para o lado ver que o quadro estava indo na direção dela, e ele estava indo muito rápido, ela percebe que não vai dar tempo e se afasta da janela, ainda estava olhando para o quadro.
   - Espera, espera um segundo, quadro - Disse a Claudia.
   - O que é?

                                                               Continua...

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terça-feira, dezembro 19, 2017

O quadro maldito: parte:13

Fonte da imagem: Fatos Desconhecidos

  - Você quer almas? - Disse o Roberto.
   - Sim - Disse o quadro.
   - Como a gente pode te ajudar nisso.
   - Trazendo eles até min.
   - Por que você precisa das almas?
   - Porque nós queremos mais pessoas com a gente.
   - Ok, vamos pensar como iremos trazer as almas até aqui.
   Roberto estava andando devagar para a sala, na verdade ele queria sair correndo, mas não queria demonstrar medo para ele.
   - Ah, me lembrei de uma coisa.
   - O que é? - Disse o quadro.
   - Você tem algum nome, ou continuo te chamando de quadro?
   - Eu tenho tantos nomes.
   - Ok, eu entendi.
   De esta vez ele dar alguns passos acelerado em direção à sala, se se encostou à parede ficou olhando de um lado para o outro, e deu uma respirada de alívio.
   - Ele quer que a gente traga pessoas para ele matar - Disse o Roberto.
   - Bem, só queria confirmar se as histórias são verdadeiras, então tchau - Disse a Claudia.
   Ela estava indo em direção a saída, mas o Roberto e o Edu seguraram ela.
   - Nem pense nisso - Disse o Edu.
   - Você estar com a gente nessa.
   - Olha é que eu tenho...
   Todos eles escutam um fechar de porta, todo mundo correu em direção à porta.
   - Foi o vento - Disse o Edu.
   Todos eles veem o quadro se movimentando, com as mãos saindo dele, ficou se movimentando para o local onde inicialmente ele estava o Roberto pensou numa coisa.
   - Ei você sabe me dizer se alguém já comprou esse quadro? - Disse o Roberto.
   - Sei, por quê?
   - Alguém já comprou?
   - Sim, umas cinco vezes, mas todos os compradores acabaram morrendo.
   - Eles moravam aqui?
   - Não eles moravam bem distantes.
   - Por que o quadro sempre volta para o mesmo local onde estava?
   - Vai ver que ele gosta daqui - Disse o Edu.
   - Ou então ele não consegue ficar longe da casa.
   - Você acha que se essa coisa ficar longe da casa por um tempo ele morre - Disse a Claudia.

                                                          Continua...


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segunda-feira, dezembro 18, 2017

O quadro maldito: parte:12

Fonte da imagem: Fatos Desconhecidos

  - Eu não vou - Disse a Claudia.
   - Nem eu - Disse o Edu.
   - Muito menos eu - Disse o Roberto.
   - Ok, vamos decidir isso como os sábios de antigamente, decidiam as coisas! - Disse o Edu.
   - Pedra, papel ou tesoura - Disse o Roberto.
   - Vocês estão de brincadeira? - Disse a Claudia.
    - Como você prefere decidir quem vai falar com ele?
   - Ok, vamos.
   - Pedra, papel ou tesoura - Disse os três.
   O Edu escolheu pedra, e os outros dois escolheram tesoura, O Edu ficou feliz.
   - Rá! Eu não vou falar com ele.
   O Roberto e a Claudia olham um para o outro.
   - O perdedor ou perdedora fala com o quadro - Disse o Roberto.
   - Ok - Disse a Claudia.
   - Pedra, papel ou tesoura - Disse os dois.
   Os dois jogaram ele escolheu pedra, e ela escolheu papel, ela ficou feliz.
   - Boa sorte - Disse a Claudia.
   - Obrigado! - Disse o Roberto.
   Ele estava reunindo toda a coragem que tinha, mas como ele ainda estava com muito medo os pés dele não se movia, no máximo dava pequenos passos.
   - Vamos lá seja homem - Disse o Edu.
   - É - Disse a Claudia.
   O Roberto olha com raiva para a Claudia.
   - Por que mesmo que você estar aqui?! - Disse o Roberto.
   - Vamos você perdeu - Disse o Edu.
   - Ok, eu vou - Disse o Roberto.
   Ele estava dando pequenos paços em direção ao corredor, então ele fica olhando o quadro e se arrependendo de cada passo que dava.
   - Sabia que eu devia ter comprado outra casa.
   Ele fica olhando para a pintura maldita, mas como estava com medo não conseguia dizer nada então deu uma respirada forte para conseguir ter coragem, com toda a coragem reunida ele olha para ele.

                                                          Continua...

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sexta-feira, dezembro 15, 2017

O quadro maldito: parte:11

Fonte da imagem: Fatos Desconhecidos

  Ele fica encarando o quadro.
   - Você quer alguma coisa da gente, quadro?
   Todos eles estavam esperando alguma coisa e nada aconteceu.
  - Vai ver que ele estar quebrado?! - Disse o Edu.
   - Eu quero uma coisa de vocês - disse o Quadro.
   Nesse momento todos os três levaram um susto.
   - O quadro falou - Disse o Edu.
   - Também ouvi - Disse a Claudia Roberto estava tentando reunir toda coragem que conseguia, para pelo menos falar alguma outra coisa, mas o medo o impedia.
   - Oi Quadro - Disse o Edu.
   - Olá - Falou a Claudia totalmente sem graça.
   - O que você quer da gente?
   O grande poderoso quadro - Disse o Roberto.
   - Mal posso acreditar que isso estar acontecendo - Disse o Edu.
   - Nem eu - Disse a Claudia.
   - Eu quero uma coisa de vocês - Disse o quadro.
   - O que seria? - Disse o Roberto.
   - Que vocês me tragam almas.
   - O que você falou?
   - Eu quero que vocês tragam as almas até min.
   - Vamos pensar sobre isso. Os três vãos para a sala, todos estavam sentindo muito medo.
   - Diga que a gente não vai fazer o que aquele quadro quer - Falou o Edu.
   - Claro que não - Disse o Roberto.
   – Ok, nós não estamos gostando mais desse quadro - Disse a Claudia.
   - Será que ele aceita outra coisa? - Disse o Edu.
   - Você acha que ele aceita um sorvete?! – Disse a Claudia.
   - Espere um segundo - Disse o Roberto.
   - O que foi que você disse Roberto?
   - Por que ele precisa de almas?
   - Porque ele é maligno!
   - Disso eu já sei, mas acho que devemos perguntar a ele.
   - Ok, mas quem vai perguntar?

                                                                Continua...
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quinta-feira, dezembro 14, 2017

O quadro maldito: parte:10

Fonte da imagem: Fatos Desconhecidos

  - Mas como este vídeo, não vira notícia em todo o mundo - Disse o Roberto.
   - O negócio é que nem todo mundo acredita que este vídeo é real.
   - Você sabe quantas pessoas este quadro matou?
   - Em torno de 15 pessoas.
   - E todos eles foram só de frente para o quadro? - Disse o Edu.
   - Sim todos eles.
   - Bela casa que você comprou.
   - Acho que eu deveria ter checado o histórico da casa - Disse o Roberto.
   - Você não tinha como saber sobre o quadro.
   - Ele pode muito bem ficar com a casa com o quadro dentro - Disse a Claudia.
   - Mas ele pode ser morto - Disse o Edu.
   - Como eu falei, ela anda fazendo a mesma coisa durante muito tempo e eu disse a ele para ficar pelo menos um metro longe disso, assim vai sobreviver.
   - Vai que eu dia ele fica bêbado e se esquece da regra de um metro - Disse o Edu.
   - Coloca um protetor de vidro, assim ele evita de chegar perto.
   - Espere acabo de me lembrar de uma coisa.
   - O quê? - Disse o Edu e a Claudia.
   Ele fica de frente ao quadro, estava afastado na distância tranquila, Edu e Claudia vão com ele. - O quadro ele havia se comunicado.
   - Como? - Perguntou a Claudia.
   - Acho que ouvi a voz dele.
   - Estar falando sério?
   - Estou, mas não me lembro do que ele falou.
   - Tente falar com ele.
   - Eu vou me sentir um idiota.
   - Vamos você tem que tentar.
   - Ok, eu vou fazer isso.
   - Lembre-se de ficar na distância segura.
   - Vou me lembrar.

                                                             Continua...

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quarta-feira, dezembro 13, 2017

O quadro maldito: parte:09

Fonte da imagem: Fatos Desconhecidos

  Uma pessoa entra na casa, é uma mulher de cabelos longos e pretos, usava roupas pretas, usava roupas estilo gótico, estava andando no corredor, ela estava feliz, o Roberto vai à direção dela.
   - Quem é você? - Disse o Roberto.
   - Oh, me desculpe, normalmente não tem ninguém morando aqui - Disse a mulher.
   - Quem é você?
   - Oi, eu sou Claudia - Disse ela estendendo a mão.
   - E eu sou Roberto, o que você faz na minha casa?
   - Estou querendo ver o quadro.
   - Do que você estar falando?
  - Ele fingiu não saber do que ela estava falando.
   - Do quadro misterioso dessa casa.
  - Espera um segundo, me lembro de que você falou que normalmente não tem ninguém morando aqui - Disse o Edu.
   - Normalmente depois de um tempo alguém se muda, no máximo de tempo que alguém morou aqui foi de quatro dias.
    - Quatro dias?!
   - Dizem que o motivo para todos eles se mudarem é um só.
   - Não precisa dizer, o quadro - Disse o Roberto.
   - Por isso aquele objeto me fascina.
   - Houve alguma morte? - Disse o Edu.
   - Você não soube?
   - Do quê? - Disse o Roberto.
   - Muitas pessoas morreram aqui.
   - Você estar de brincadeira?
   - Não, o mais recente era um casal que iria comprar essa casa, mas os dois morreram.
   - E você quer ficar de frente para o quadro.
   - É que eu sei a distância segura, para não ser morta por ele.
   - E qual seria essa distância?
   - Estando pelo menos a um metro.
   - Você realmente acredita que esse quadro, mata pessoas?
   - Você nunca viu o vídeo.
   Os três foi para um computador, ela deixa um vídeo pronto para o play.
   - Este vídeo é de um casal que morava aqui, eles acharam que alguém estava invadindo, então colocaram câmeras de seguranças na casa e foi isso que elas registraram - Disse a Claudia.
   O Vídeo mostra o quadro entrando na casa, e do quadro saía várias mãos, o Roberto e o Edu imediatamente se assustaram e deram alguns passos para trás.

                                                                               Continua....


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terça-feira, dezembro 12, 2017

O quadro maldito: parte:08

Fonte da imagem: Fatos Desconhecidos

  - Como, como, como...
   - Ficava falando o Roberto assustado.
   - Isso aconteceu?
   - Exato.
   - Você não acha que o quadro...
   - O engoliu?!
   - Ou algo parecido.
   - Então quando o quadro mata as pessoas, ele as suga para dentro?
   - Eu acho que é isso que acontece.
   - Agora me veio uma coisa na cabeça.
   - Qual seria?
   - Será que ele só ataca as pessoas em autodefesa?
   - Temos que saber quantas pessoas ele matou.

                                                                      Continua...


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segunda-feira, dezembro 11, 2017

O quadro maldito: parte:07

Fonte da imagem: Fatos Desconhecidos
  - Exato.
   - Cara, é impossível. O Edu fica olhando a pintura do quadro.
   - Vamos ter essa conversa na sala - disse o Edu.
   - Me parece uma boa ideia.
   Nesse momento os dois vãos para a sala.
   - Aqui, eu acho que é um lugar seguro para a gente conversar - Disse o Edu.
   - Meu deus não pode ter sido o quadro.
   - Ok, vamos pensar no que poderia ter sido.
   - Isso é muito parecido com os filmes de terror.
   - Você estar falando, que mais tarde a gente descobre que foi o quadro mesmo.
   - Bem desse tipo.
   - Cara, mas não estamos em um filme.
   - Mas isso não deixa de ser tão estranho quanto.
   - Nesse ponto você tem razão.
   - Mas se foi o quadro, como diabos ele se tornou uma coisa maligna.
   - Será que foram alienígenas?
   - Alienígenas?!
   - Estamos falando de um quadro que estar matando pessoas, é tão ridícula assim em pensar que podem ter sido alienígenas, qualquer coisa pode acontecer ou já ter acontecido com aquele quadro.
   - Neste caso você tem razão.
   - Você já checou o histórico desse quadro?
   - Eu cheguei a perguntar, mas ninguém parece saber o histórico dele.
   - Eu tive uma ideia.
   - Qual seria?
   - Você sabe o homem que morreu, vamos até ele, vemos quem ele é pela identidade dar carteira daí nós verificamos o que aconteceu com ele, assim poderíamos ter uma pista do que estar acontecendo.
   - Ok, vamos verificar o corpo. Os dois vãos para o corredor e se surpreenderam, o corpo daquele homem não estava mais lá, eles ficaram olhando de um lado para o outro e nada.

                                                                 Continua...


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sexta-feira, dezembro 08, 2017

O quadro maldito: parte:06

Fonte da imagem: Fatos Desconhecidos

  - Não fui eu.
   - Então o que foi que aconteceu?
   - Ele invadiu a casa, e depois foi para o corredor...
   - E...
   - "Eu sei o que você fez".
   - Do que você estar falando?
   O Roberto anda e fica de frente para o quadro.
   - Eu sei o que você fez.
   - Está ficando maluco?!
   - Foi o que ele disse “Eu sei o que você fez".
   - Ele falou para você isso?
   - Eu achava que foi.
   - Então para quem poderia ter sido?
   - Eu acho que foi para o quadro.
   - Cara, você esta vendo muitos filmes de terror.
   - Estou falando sério.
   - Eu sei, mas mesmo assim é difícil.
   - Você acha que eu não sei disso?
   - É eu sei.
   - Nem estou acreditando no que eu estou dizendo.
   - Olha isso é só um quadro - Edu aponta para o quadro. - Eu sei, mas...
   O Edu pega o quadro e coloca ele lá fora, eles vão para a sala e ficam conversando por pelo menos duas horas, e quando vão para o corredor levam um susto, o quadro estava no corredor, o local onde estava inicialmente, Edu aponta para o quadro assustado.
   - Cara, cara, cara...
   - Ele fica cutucando o ombro do Roberto.
   - Como foi que, que, que...
   - Isso aconteceu?
   - Exato.
   - Será que alguma outra pessoa invadiu a sua casa?
   - Invade a casa só para colocar o quadro dentro?!
   - Cara, eu só sei que eu deixei essa coisa lá fora.
   - Não acha que foi...
   - Você estar falando do quadro?

                                                                               Continua...


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quinta-feira, dezembro 07, 2017

O quadro maldito: parte:05

Fonte da imagem: Fatos Desconhecidos

  - Falou.
  - Falou.
  Roberto desliga o telefone, depois olha para o quadro.
  - Você é só um quadro.
  Duas horas depois, ele volta para casa, com duas sacolas cheias de cerveja, já estava colocando elas na geladeira.
  - Você esta aí? - Uma voz que veio no corredor.
  Ele olha para o corredor e não ver ninguém.
  - Deve ser coisa da minha cabeça.
  Continuou colocando as cervejas, uma pessoa de barba preta, um machado invade a casa, usava um chapéu vermelho.
  - Eu sei o que você fez - Disse o homem.
  - Do que... - Disse o Roberto chocado com a situação.
  O homem vai em direção ao corredor.
  - Eu vou chamar a polícia - Disse o Roberto.
  Roberto fica discando os números, escuta o som, de algo caindo no chão, olha para o corredor, e o homem estar morto no chão com o pescoço quebrado.
  - Mas o que?
  Ele vai andando com cautela, em direção a onde o homem estava, viu que o homem morreu bem em frente ao quadro.
  - Você fez isso?
  Ele fica encarando o quadro por um tempo e nada acontece.
  - Meu deus o que estar havendo?
  O Edu entra na casa, ele tem barba por fazer, cabelos cumpridos e pretos, com camisa que tem um desenho, e calça jeans. Entra na casa e fica olhando a porta.
  - Cara, o que foi que aconteceu aqui?
  - Edu o que...
  - Quem quebrou a sua porta?
  Por um momento ele olha para a pessoa morta no chão e imediatamente entra em pânico.
  - Que diabos foram isso? - Ele aponta para o corpo morto.
  - Você não vai acreditar.
  - Cara, você matou ele?

                                                                               Continua...





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quarta-feira, dezembro 06, 2017

O quadro maldito: parte:04

Fonte da imagem: Fatos Desconhecidos

  Dez meses se passaram, e uma nova pessoa se interessa em comprar a casa, ele notou o quadro, tinha achado o quadro medonho, mas não se importou em ficar com aquilo na casa, achou que seria uma boa maneira de assustar os convidados.
  Uma coisa que ele adora é ver é filme de terror, por isso uma coisa que sempre o atraiu, era quadros como aquele, teve uma pequena fascinação por aquela pintura não parava de imaginar quem poderia ser o pintor daquilo, mas quando mais ele procurava não encontrava nada sobre ele. Ele é Roberto Tous tem cabelos pretos, sempre usa camisa preta, ficava usando calças marrons. Ficou olhando para o quadro.
  - Quem fez você?
  Ele ficou encarando aquela obra estranha, ficou olhando por um tempo, o telefone toca e leva um susto.
  - Maldito telefone.
  Ele olha de relance para o quadro, ele dar um pequeno sorriso, depois vai em direção ao telefone, relaxou um pouco, atendeu ao telefone.
  - Alô.
  - Ei cara sou eu - Disse a voz no telefone.
  - Fala Edu.
  - Ei cara como vai a nova casa?
  - Estar indo tudo bem, umas mil maravilhas.
  - Cara, quando você vai dar uma festa?
  - Eu não sei cara.
  - Vamos lá, é a primeira vez que você estar morando sozinho.
  - É eu sei disso.
  - Então...
  - O negócio é que a minha mãe e meu pai não estão mais aqui, para limpar a bagunça da festa.
  Enquanto estava conversando, olhou para o quadro, e viu a imagens das partes humanas do quadro se mover, ele leva um grande susto e derruba o telefone no chão.
  - Mas que merda foi essa!-Disse ele olhando para o Quadro.
  Ele olhou o telefone e pegou ele que estava no chão.
  - Cara, o que foi isso? - Disse o Edu.
  - Nada não - Falou o Roberto tentando se acalmar.
  - Você parece que levou um baita susto.
  - Não me diga!
  - Você viu uma barata foi?!
  - É este quadro que veio com a casa.
  - Como um quadro te deu um susto?!
  - Não importa, é melhor vim com a galera hoje.
  - Ok, não se preocupe.

                                                                        Continua...



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terça-feira, dezembro 05, 2017

O quadro maldito: parte:03

Fonte da imagem: Fatos Desconhecidos

- Será que eles descobriram quem foi que fez isso?
- Sabe de uma coisa.
- O quê?
- Vamos comprar essa casa e nos livramos dessa coisa.
- Que boa ideia.
- Deve ter alguém que goste disso.
- Tem razão.
- Eu vou falar para ela que queremos a casa.
Ela saiu do lugar e foi falar com a mulher, tinha falado que iria ficar com a casa, depois da conversa voltou em direção ao marido, mas quando chegou ao lugar viu uma coisa aterrorizante, o Felipe Charles no chão com o pescoço quebrado, a esposa só teve uma reação que foi gritar, por causa do medo que sentia naquele momento, se encostou na parede, vira para o quadro assustada e encara ele.


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segunda-feira, dezembro 04, 2017

O quadro maldito: parte:02

Fonte da imagem: Fatos Desconhecidos

- Quem diabos fez você? - Disse o Felipe olhando para o quadro. Por um segundo, ele estava conseguindo ver partes dos corpos que estava no quadro, se mexendo, isto fez com que tomar-se um susto, se inclinou para trás instantaneamente, deu alguns passos para trás, uma das reações dele foi colocar a mão na boca, de tão chocado que ele ficou, mas depois um pensamento veio na cabeça, e se o quadro tem algum tipo de tecnologia, que faz com que pareça que alguma parte da pintura se moveu, ele não acredita em nada que seja sobrenatural, apesar de não acreditar, foi hesitante em direção do tal objeto misterioso.
Estava vendo a tal obra, se perguntando se aquilo era mesmo comum, ou se ele tinha alguma coisa á mais para fazer um efeito nele, mas quando chegou perto, conseguiu ver as partes do corpo se movendo, isto fez com que tomar-se um susto que fez com que cair-se no chão, tentou ficar calmo.
- Que susto você me deu, seu quadro maldito!
Ele dar uma risada, depois se levanta, a mulher dele aparece correndo no quarto, indo em direção á ele.
- Você estar bem? - Disse ela olhando para ele.
- Sim, estou, é que as figuras desse quadro se mexeram.
Ela olha para onde o marido falou e fica confusa.
- Este quadro parece ser normal para min.
- Deve ter algum tipo de mecanismo ou algo do tipo, que faz com que pareça que as imagens da pintura se movimentem.
A Armanda ficou olhando mais de perto.
- Não estou vendo nada se mexer - disse ela.
- Eu acho que você deve ficar encarando , por um bom tempo.
Ela fica um tempinho encarando ele e nada.
- Tem certeza que se moveu - Ela olhou para o Felipe.
Ela voltou a encarar a tal pintura, e as partes do corpo começaram a se mover.
- Estou vendo ele se mexer.
Ele chegou perto dela, colocando a mão no ombro da esposa.
- Me diga o que ela sabe sobre este quadro? - Disse ele.
- Ela disse que os donos da casa já compraram essa casa com o quadro dentro.

                                                      Continua...

Você pode ver a parte anterior: parte 01

sexta-feira, dezembro 01, 2017

O quadro maldito: parte:01

Fonte da imagem: Fatos Desconhecidos


  Felipe Charles estava querendo comprar uma nova casa, ele estava com a sua esposa Armanda, uma mulher de cabelos longos e loiros, nesse momento estava com um grande sorriso, porque estava adorando todos os objetos que tinha nela, a casa tinha sofá e tudo, Felipe estava gostando de tudo que conseguia ver, ficava achando tudo uma maravilha, até ele ver um quadro, que nela tinha uma imagem de partes de pessoas cortadas, quando viu esse quadro imediatamente se assustou, era de um horror que não conseguia dizer uma palavra.
  - Querida, olhe isso - Disse o Felipe apontando para o quadro assustado.
  Ela estava olhando para tudo de olhos cheios, porque estava feliz com tudo que estava vendo, foi na direção do marido, dando um beijo na boca dele.
  - O que foi querido? - Disse a Armanda.
  - É esse quadro - Disse ele.
  Ela ficou olhando para o quadro, e fica espantada.
  - Meu deus que quadro horrível - ela falou isso colocando a mão na boca.
  - Eu sei é muito horrível.
  - Deve ser uma nova forma de arte.
  - Pode até ser.
  Ele ficou olhando para o quadro, tentou ver alguma coisa que goste, para não dizer que acha essa pintura simplesmente horrível.
  - Pode até ser, mas eu não gosto.
  A mulher dar uma olhada na obra assustadora, para ver se conseguiria ver a assinatura de quem tinha feito isso, essa arte abominável.
  - Engraçado - disse ela.
  - O quê?
  - Não tem assinatura.
  - Bem, deve ser dos donos dessa casa.
  - Eu vou perguntar.
  - Ok, eu vou ficar olhando isso. A ela foi procurar a mulher da imobiliária, estava querendo tirar algumas dúvidas que tem sobre aquele quadro que fica mostrando partes humanas, ela tinha que tirar essa dúvida da cabeça porque sabe que se não tirar essa vai ficar na cabeça dela, por um bom tempo.    Armanda estava saindo do local.

                                                                  Continua....

quinta-feira, novembro 30, 2017

O violeiro e o caçador de caçadores: parte : Final

Fonte da imagem: Devorador do Pecado - blogger

  Curioso sobre a pessoa, tocou tocos dos fios do violão permitindo ter uma visão de raio x, conseguindo ver que o coração dele não batia, chegou a conclusão rapidamente que ele era um vampiro.
  - Moça? - disse o violeiro.
  - Sim - disse a mulher.
  - Vá para o seu carro correndo.
  - Por quê?
  - Vá.
  A mulher foi em direção ao carro, ligou o carro e saiu de lar o mais rápido possível, a pessoa deu uma risada.
  - Não se preocupe eu não estou atrás dela - disse a pessoa.
  - O que você quer comigo?
  - Pensei que você sabendo que eu sou o meu objetivo já estava claro.
  - Me matar.
  - Meu objetivo de vida é matar todos os caçadores de vampiros que eu encontrar.
  - Quantos você já matou até agora?
  - Uns vinte e nove caçadores de vampiros.
  - A sua contagem vai parar aí.
  O violeiro toca a segunda corda do violão, fazendo uma onda de choque afastando a pessoa, depois o violeiro tocou a primeira corda, quando a corda estava indo em direção do caçador de caçadores, com uma espada, cortou a corda, continuou indo na direção dele.
  Ele bate o violão no chão causando um pequeno tremor que fez com que o vampiro, se desequilibrar-se e cair-se no chão, então tocou a primeira corda no chão, mas o tal vampiro se levantou de novo, cortou a corda de novo, então o violeiro começou a correr.
  Enquanto corria ficava segurando a segunda corda com o dedo, quando o vampiro chegou perto, soltou a corda, fez com que vampiro, voar-se longe com o barulho sonoro, do violão, então rapidamente, tocou a primeira corda do violão, a corda foi no pescoço, do caçador de caçadores, então tocou a corda de novo, fazendo com que cortar-se a cabeça do vampiro.
  Parou um pouco para respirar, então olhou em volta que não tinha, mas nenhum vampiro, então foi em direção do carro dele, para a próxima caça e a próxima aventura.

                                                         Fim

Veja a parte anterior: parte 01

quarta-feira, novembro 29, 2017

O violeiro e o caçador de caçadores: parte 01

Fonte da imagem: Devorador do Pecado - blogger

  Uma mulher estava saindo do bar, estava indo em direção para um carro, então de repente um homem fica em frente dela.
  - Eu posso passar? - Disse a mulher.
  - Me deixa pensar - disse o homem.
  Mais homens chegam perto, os dentes deles mudam demonstrando ter duas presas, mostrando que eles eram vampiros, isso a deixou apavorada, tentou correr mais eles ficavam na frente dela.
  Dos nada eles escutam alguém tocando um violão, os vampiros olham para o violeiro.
  - Ok, mais alimentos para nós.
  Quando os vampiros tentaram se aproximar dele, o violeiro tocou a primeira corda do violão, a corda foi enrolando nos pescoços de todos os vampiros e também estava amarrando as pernas e braços deles.
  - Você - disso o violeiro para a mulher.
  - Sim - disse a mulher.
  - Algum deles te atacou?
  - Não nenhum deles me atacou me diga o que eles são?
  - Vampiros.
  - Vampiros?!
  - Precisamente.
  - Você é um caçador de vampiros?
  Ele toca a primeira corda mais uma vez, todos os vampiros foram decapitados, todos foram transformados em cinzas.
  - Na verdade eu sou um violeiro, que tem como um hobby matar vampiros.
  - Obrigada por me salvar.
  - Não precisa agradecer.
  - O seu violão é a sua arma?
  - Sim.
  - Por que não uma estaca de madeira ou uma cruz ou coisa do tipo?
  - Porque as estacas de madeira só funcionam se você pegar eles de surpresa uma coisa que é muito difícil, cruzes não funcionam em nada com eles, então nem pensar água benta, você só vai conseguir molhar eles e nada mais.
  - Alho funciona alguma coisa?
  - Não.
  - Me diga você acha que lobisomens e bruxas existem?
  - Esses dois existem, uma bruxa me ajudou esse violão para matar eles.
  - Tem algum conselho que você poderia me dar.
  - Com relação a vampiros só tenho uma coisa para te avisar, nunca convide ninguém para entrar na casa, no máximo faça algum gesto, convidativo, mas nada de mais.
  Uma pessoa de, sobretudo preto estava com duas espadas, com cabelos grandes e pretos, também tinha uma barba.
  - Então você é um violeiro caçador de vampiros? - disse a Pessoa.

                                                              Continua...

terça-feira, novembro 28, 2017

Lokan contra Felaton : parte: Final

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Fonte da imagem: Kotaku Australia


  - Os outros podem ter te maltratado mal, mas a gente nunca vai fazer isso - disse a Ella.
  - Nunca vou me esquecer disso - disse o Lokan.
  A cidade os recompensou por terem destruído aquela parede, dando para eles peças de ouro, ficaram na cidade se divertindo, bebendo vinho e cerveja, depois de cinco dias eles voltaram para o vilarejo, aguardando a próxima aventura de Lokan e seus amigos.

                                                                        Fim

Veja a parte anterior: parte 01, parte 02, parte 03

segunda-feira, novembro 27, 2017

Lokan contra Felaton : parte: 03

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Fonte da imagem: Kotaku Australia

  Jogando as armas na parede estava conseguindo quebrar ela, mas estava sendo fácil, ele conseguia quebrar os soldados de pedras fáceis, o problema é que eram muito deles, todos estavam indos na direção dele.
  Então do nada, uma flecha acertou um dos soldados de pedra, então ele olha para trás e ver Elden e Ella.
  - Eu disse para ficarem fora dessa - disse o Lokan.
  - É, mas eu não conseguir resistir ao chamado da aventura - disse o Elden.
  - Eu vou rezar para os deuses para dar forças para vocês - disse a Ella.
  - Obrigado, eu tenho um plano, eu pego as armas deles, depois jogo na parede destruindo ela de pouco em pouco - disse o Lokan.
  - Você acha que vai conseguir isso? - Disse o Elden.
  - Temos que tentar.
  Com a energia favorecida por Ella, Lokan e Elden ficavam destruindo os soldados de pedra, depois pegando as armas deles, depois ficava perto da parede e Lokan jogava as armas conseguindo quebrar a parede.
  Ficaram fazendo isso repetidamente, até que conseguiu destruir a parede por completo, depois de tudo isso eles sentaram no chão para descansar.
  - Minha nossa como isso foi difícil - disse o Elden.
  - Obrigado por me ajudarem - disse Lokan.
  - De nada.
  - Não ache que pode lidar com os problemas sozinhos, você sempre pode contar com a nossa ajuda, eu sei que antes você agia sozinho, mas lembra-se você não está mais sozinho - disse a Ella.
  - Eu devia ter contado com a ajuda de vocês desde o início, ainda é difícil viver ao lado de outras pessoas, ainda por cima vocês são elfos completos, eles são os que mais me maltratam, por que me considerava uma maldição.

                                                                     Continua...

Veja a parte anterior: parte 01, parte 02

sexta-feira, novembro 24, 2017

Lokan contra Felaton : parte: 02

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Fonte da imagem: Kotaku Australia

  Lokan volta para o vilarejo e encontra com o Elden e Ella.
  - Então eu vou destruir essa parede - disse o Lokan.
  - Não quer que eu vá nessa aventura? - Disse Elden.
  - Não desta vez eu vou sozinho, caso eu me transforme em um desses soldados de pedra, você pode atacar depois, só que com mais cuidado do que eu tomei.
  - Está bem, tome cuidado e não vire pedra.
  - Não se preocupe eu vou tentar.
  Lokan pegou o cavalo e foi na direção da cidade da pessoa, lá conseguiu mais informações de onde estaria a tal parede, então ele foi de encontro a tal parede.
  No caminho ele encontrava com alguns soldados de pedra, ficava cortando eles, por sorte ele era muito ágil, ficava destruindo os soldados fácil.
  Então estava conseguindo ver a tal parede, viu uma pessoa com uma marreta indo em direção da parede, mas na parede tinha cristais azuis neles saiam os raios que transformavam as pessoas em pedra.
  Notou que não tinha como chegar perto da parede sem se transforma em pedra, enquanto isso a pessoa com a marreta se transformou em um soldado de pedra e foi na direção de dele.
  Quando chegou perto, ele cortou o soldado ao meio, depois ficou olhando a parede e teve uma ideia, pegou a marreta e jogou a marreta na parede, então foi possível quebrar uma parte dela.
  Notou que com a força dele, pode fica destruindo a parede numa distancia segura, então subiu em cima do cavalo e foi em direção dos soldados de pedras os que ele havia derrotado antes, pegando as armas deles.

                                                         Continua..

Veja a parte anterior: parte 01